REGATA ARATU - MARAGOJIPE

Cerimônia de abertura
Aratu Iate Clube - 22 de agosto - Sexta-feira - a partir das 19h30
Regata - Competição
Largada: Baía de Aratu - 23 de agosto - Sábado - 09h30
Chegada: Maragojipe/BA - a partir das 15h00
Festa de premiação
Aratu Iate Clube - 30 de agosto - Sábado - a partir das 16h00
Bandas "ESTAKAZERO" (Forró) e "ANÔNIMOS" (Eclética)
Expectativa de público - 1.200 convidados

VELEIRO SILENCE



TRIPULAÇÃO DO SILENCE

MURILO ROCHA
FABIO REIS


MARCELO

ALE


LUIS

RO


BOLINHA

LUCAS
CARLOS

Foto 01:
Saindo da Bahia Marina
vista da orla de Salvador

 

Foto 02 :
tripulação se adaptando ao Silence

 

Foto 03:
Fomos almoçar nas Ilha da Maré

Restaurante é o da bandeira da Bahia

 

Foto 04:
Pier da Ilha da Maré
Vista para o Sul

 

Foto 05:
Tripulação degustando siri catado

 

Foto 06:
tripulação no restaurante e o Silence no fundo

Foto 07:
depois de horas de almoço estavamos pronto para ir para o Iate Clube ARATU

Foto 08:
A caminho do Aratu Iate Clube

Foto09:
Nada melhor que descansar tomando Fernet com cocacola

Foto10:.....
Fernet en Córdoba Argentina
Para el cordobés, el Fernet cumple un rol muy importante en los momentos de ocio, festejos o juntada con amigos. Representa algo muy similar a lo que significa el mate para todos los argentinos.
Por supuesto que en este caso hablamos de una bebida alcoholica, pero el sentido es practicamente el mismo.
En Córdoba podemos encotrarlo en los bares de todo tipo y principalmente en los boliches. También en las previas de un partido de Belgrano por ejemplo, o simplemente mirando alguna película un sábado por la noche en casa.
Lo tomamos con hielo y gaseosa cola. Al servirlo se debe obtener la espuma justa (dos centimetros aproximadamente).

VIVA.............. ALE

Foto 11:
Cerimônia de abertura
Aratu Iate Clube - 22 de agosto - Sexta-feira
-


Foto 12:
Acarajé rodando a solta
Foto13:
Fabio reis pronto para comer um acarajé, Bahiana ao fundo, preparando o acarajé
Foto 14:
Ale e Marcelo curtindo o coquetel de abertura.
Foto 15:
Janjão, o comodoro da Costa Leste, tambem estava prestigiando a festa da regata de aratu-maragojipe.
Foto 16: Ronaldo

Foto 17:
Até o Lula estava na festa.

Foto 18:
Quem não tem cão caça com gato........


Foto 19:
Acordamos no dia seguinte com um presente no céu

Foto 20:
A quantidade de veleiros que participa dessa regata é impressionante
Foto 21:
O pier do A
ratu Iate clube estava emtupido.
Foto 22:
Vista da sede do
Aratu Iate clube

Foto 23:
A caminho da raia da regata

Foto 24:
A tripulação já estava se concentrando
Foto 25:
A raia estava pronta, largamos às 11:00

Foto 26:
Largada perfeita .. parabens para a tripulação

Foto 27:
Tensão absoluta
..

Foto 28:
Vento SE com intensidade de 15 nós.
Um espetáculo

Foto 29:
Já estavamos em direção a entrada do rio Paraguaçu.
Balão encima e grande desempenho do Silence

Foto 30:
Comvento de través armado o balão chegamos a uma veloc média de 8,60 nós, com picos de até 9,00 nós

Foto 31:
Isso que é lindo Baby..
....

Foto 32:
Subimos todo o rio paraguaçu de balão e já estavamos chegando ao fin
al, na cidade de Maragojipe.

Foto 33:
Acalmando a fera...

Foto34:
Nossa arma secreta..Rosanne

Foto 35:
Saveiro tradicionall andando junto de um veleiro de oceano

Foto 36:
Às 15:14 cruzamos a linha de chegada

 

 

HISTÓRIA DE CIDADE DE MARAGOGIPE -BA
Uma tribo de índios Aimoré dominava a margem direita do Peroaçu (mais tarde Paraguaçu), no trecho em que este recebe as águas do Guaí. Os índios chamavam o lugar de “Marag-gyp” – rio dos Mosquitos – em razão do local ser cercado por extensos manguezais, habitat natural desses insetos, especialmente nas mudanças de maré. Os primeiros exploradores chegaram em 1520, atraídos pela riqueza das matas e a existência de um porto para navios de pequeno e grande calado, que funcionava como apoio à rota marítmo-fluvial com final em Cachoeira.

O município nasceu de uma sesmaria doada pelo segundo Governador Geral, Duarte da Costa, a seu filho Álvaro da Costa. O local, na borda do lagamar, foi escolhido para a fundação do povoado que precisava se defender dos ataques indígenas. Com a construção da Matriz de São Bartolomeu em meados do século XVII, no topo de uma colina, foi criado um novo centro urbano.

A cidade experimentou grande desenvolvimento durante o século XIX, quando cresceu, na economia baiana, a importância do fumo – antes utilizado como produto de escambo para aquisição de escravos na África. O início da industrialização do fumo aconteceu em Maragogipe com a instalação de duas grandes fábricas brasileiras de charutos: a Suerdieck e a Danneman. A sede foi elevada a cidade em 1850, com o título de Patriótica Cidade de Maragogipe, em razão de sua participação nas lutas pela independência do Brasil.

Porto natural abrigado, a cidade está exatamente no encontro do rio Paraguaçu com o rio Guaí formando uma extensa região de lagamar, cercada por cerca de 30 km de manguezais com 30 metros de largura. Apresenta excelentes condições para o turismo náutico contando, inclusive, com uma ponte de atracação para embarcações de grande calado.

Último reduto de saveiros no Recôncavo Baiano, Maragogipe ainda abriga, no porto do Caijá, dezenas de canoas e saveiros. Essas antigas embarcações à vela eram muito utilizadas para o transporte das mais diversas mercadorias no interior da Baía de Todos os Santos, até recentemente, e ainda teimam em sobreviver concorrendo com meios de transporte mais modernos. Como outras cidades da região, Maragogipe traz uma forte tradição religiosa católica, também comprometida com o candomblé. Cidade pacata que se transforma durante o mês de agosto quando é celebrada a festa de seu santo padroeiro, São Bartolomeu.